Matt Damon
é Paul Safranek que decide que uma forma de melhorar a sua vida é encolhendo para
menos de 15 cm de altura. Sim, porque neste mundo é possível fazer esta
operação de alteração de tamanho irreversível.
O que seria
de esperar era que esta “inovação” fosse utilizada para vários momentos cómicos
e provocar umas boas gargalhadas. Só que isso não acontece, bem numa situação
ou outra ainda tem uma situação caricata, mas nada de especial. Ver um filme
sobre um homem deprimido e sem saber o que fazer na vida, não estando bem
executado, não é a coisa mais interessante para se ver.
É que nem
com Matt Damon a fazer de protagonista a coisa se safa! Christoph Waltz ainda
consegue criar alguns dos melhores momentos e Hong Chau consegue dar alguma
vida à história, só que nada que nos vá ficar na memória.
“Pequena
Grande Vida” não tira proveito daquilo que o distingue para criar algo
memorável; em vez disso, resta-nos um filme deprimente, com um protagonista sem
qualquer interesse.


