No sul
de França, Frank Martin, um ex-mercenário de operações especiais, leva uma vida
a transportar pacotes confidenciais para todo o tipo de pessoas. Mas, quando o
seu pai é raptado por um grupo de mulheres, Frank vai ter de abandonar todas as
suas regras para sair desta situação.
Temos
perseguições? Sim. Temos combate corpo-a-corpo? Sim. Skrein consegue ser um bom
substituto de Statham? Sim, na maior parte das vezes... Então este novo
“Transporter – Potência Máxima” é um sucesso? Não!!
O filme
deixou muito a desejar. Está rodeado de erros e de coisas que não fazem o mais
pequeno sentido. Personagens feridas com gravidade estão perfeitamente bem no
instante seguinte, história que tenta ser demasiado complicada para o seu
próprio bem e lutas que podiam ter sido mais satisfatórias (principalmente a
última).
Os
melhores momentos do filme são as conversas entre pai e filho de Ed Skrein e
Ray Stevenson (e não deviam ser!) e os atores até fazem uma boa interpretação. Os
vilões não tem piada nenhuma e quase que não aparentam um desafio real.
“Transporter
– Potência Máxima” é um filme de ação que se pode ver quando quisermos desligar
o cérebro e não pensar demasiado no que está a acontecer.

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