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25/12/2014

Chefes Intragáveis 2 (Horrible Bosses 2 - 2014)



                Fazer uma sequela desta comédia de 2011 pareceu-me extremamente escusado, tal como acontece com muitas das sequelas de hoje em dia, mas ela aqui está por isso vamos ter de lidar com ela. E quando estamos a falar de comédia, raramente a graça do primeiro filme consegue passar para o segundo.
                Dale, Kurt e Nick decidem criar o seu próprio negócio, mas quando são enganados pelo seu investidor vão ter de entrar mais uma vez numa artimanha criminosa.
                Não parece que quisessem inovar muito para esta sequela. É verdade que temos nomes novos como Chris Pine e Christoph Waltz, mas de resto todo o elenco é reciclado do primeiro filme. E conseguem voltar a ter piada? Sim, em muitas situações tem bastante graça, mas noutras consegue também ser demasiado parvo.
                A escala também aumentou um pouco. O rapto consegue ser diferente e original. Muito disso deve-se à prestação surpreendente de Pine. O trio de protagonista consegue de novo fazer-nos dar umas gargalhadas, muito por culpa da dinâmica e relação entre eles. Mas, Charlie Day às vezes consegue ser bastante irritante com tanta burrice.
                Numa época natalícia sem grandes comédias, este “Chefes Intragáveis 2” é o melhor que se consegue arranjar. E se gostaram do primeiro, certamente irão gostar deste.


10/02/2012

Chefes Intragáveis (Horrible Bosses - 2011)

               “Chefes Intragáveis” tenta ser uma grande comédia, e para isso utiliza um casting de renome, principalmente constituído por Jason Bateman, Charlie Day e Jason Sudeikis. Mas será que esta reunião deu frutos?
              Sim, sem dúvida que sim. São três grandes humoristas, e isso nota-se sempre ao longo de todo o filme. Mas não está isento de falhas, devido há presença de três protagonistas não temos uma profundidade adequada, isto é, as personagens podiam dar muito mais, mas não têm nem o tempo nem o espaço para isso.
               O enredo é simples mas cativante. Três amigos que são abusados pelos seus relativos patrões decidem matá-los. Facilmente o espetador fica do lado destas personagens: entre um consumidor de drogas desprezível (Colin Farell) e uma depravada sexual (Jennifer Aniston), motivos não faltam para sentir pena destes pobres empregados. Como é de esperar, nenhum deles sabe como matar uma pessoa, pelo menos sem ser apanhado, por isso andaram a procura de ajuda, aqui representada por Jamie Foxx.
               E é aqui que o filme começa a brilhar, com diversas situações caricatas, que facilmente nos consegue arrancar umas boas gargalhadas. A prestação de todos os atores é exemplar, mas pode ser um choque para quem não está habituado a ver Aniston neste tipo de papel.
               Uma comédia que recomendo vivamente para todos os apreciadores.

Nota:4/5