A Disney lança,
este início de ano, uma animação que não parece destacar-se muito mas que pode
acabar por ser muito interessante. Em termos técnicos, os filmes costumam ser sempre
irrepreensíveis - ao menos nisso, já temos um aspeto positivo.
Numa sociedade onde os humanos não existem e os animais é que moram em cidades, Judy Hopps torna-se a primeira coelha polícia da cidade e tem de se juntar à raposa matreira Nick Wilde para resolver o misterioso desaparecimento de predadores em Zootrópolis.
Como todos os filmes da Disney (e a grande generalidade das animações), “Zootrópolis” tenta transmitir uma mensagem. Desta vez, se trabalhares a fundo, podes alcançar o teu objetivo, por muito improvável que possa parecer. Não é o tema mais inovador mas também nos dias de hoje qual o é? Desde que a sua representação seja bem-feita, a familiaridade do tema não interessa. O melhor do filme é ver as particularidades de cada animal aplicada ao nosso mundo.
A dobragem está bem conseguida, pois não há assim nenhuma situação que não se entenda o que as personagens estão a dizer. Embora entenda a necessidade das dobragens, não me importava nada de ter visto a versão original.
Em termos técnicos, a Disney apresenta-nos um filme cheio de cores vivas e dinâmicas com vários tipos de cenário, dependendo do tipo de animal que lá vive. É pena que esta experiência não possa ser totalmente desfrutada em 3D, já que a imagem escurece um pouco e a dimensão extra não acrescenta nada ao filme.
Uma animação com ação, comédia e drama. A boa qualidade a que a Disney já nos habituou. É um filme que pode agradar tanto aos mais novos como aos mais velhos e que bem pode ingressar na lista de candidatos ao Óscar de melhor animação do ano que vem.
Numa sociedade onde os humanos não existem e os animais é que moram em cidades, Judy Hopps torna-se a primeira coelha polícia da cidade e tem de se juntar à raposa matreira Nick Wilde para resolver o misterioso desaparecimento de predadores em Zootrópolis.
Como todos os filmes da Disney (e a grande generalidade das animações), “Zootrópolis” tenta transmitir uma mensagem. Desta vez, se trabalhares a fundo, podes alcançar o teu objetivo, por muito improvável que possa parecer. Não é o tema mais inovador mas também nos dias de hoje qual o é? Desde que a sua representação seja bem-feita, a familiaridade do tema não interessa. O melhor do filme é ver as particularidades de cada animal aplicada ao nosso mundo.
A dobragem está bem conseguida, pois não há assim nenhuma situação que não se entenda o que as personagens estão a dizer. Embora entenda a necessidade das dobragens, não me importava nada de ter visto a versão original.
Em termos técnicos, a Disney apresenta-nos um filme cheio de cores vivas e dinâmicas com vários tipos de cenário, dependendo do tipo de animal que lá vive. É pena que esta experiência não possa ser totalmente desfrutada em 3D, já que a imagem escurece um pouco e a dimensão extra não acrescenta nada ao filme.
Uma animação com ação, comédia e drama. A boa qualidade a que a Disney já nos habituou. É um filme que pode agradar tanto aos mais novos como aos mais velhos e que bem pode ingressar na lista de candidatos ao Óscar de melhor animação do ano que vem.
Zootrópolis: 4*
ResponderEliminarEste filme carinhoso tem uma história muito boa, sendo muito mais humano do que aparenta e isso cativou-me.
Cumprimentos, Frederico Daniel.