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15/02/2015

Spongebob - Esponja Fora de Água (The SpongeBob Movie: Sponge Out of Water - 2015)



                A série de animação de sucesso do Nickelodeon chegou ao grande ecrã, com um dos atrativos a ser a presença destas conhecidas personagens no mundo real. O problema é que esta parte demora muito a chegar.
                Um pirata arranja maneira de roubar a receita secreta dos deliciosos Krabby Patty, o que obriga a Spongebob e aos seus amigos a viajarem até à superfície para a recuperar.
                Durante a maior parte do filme, temos a sensação que estamos a ver apenas mais um episódio da série, sem trazer assim nada de novo ou extraordinário. O momento em que a componente técnica exige mais - ou seja, a mistura do mundo real com a animação - acontece só para o final do filme e até consegue bons resultados, embora já se tenha visto melhor.
                Em termos de argumento, é o que se pode estar à espera. Em várias situações, não faz sentido nenhum mas é algo que, para quem segue a série, já está habituado. O restante público é capaz de não achar assim tanta piada quanto isso.
                Antonio Banderas faz o papel de pirata e consegue bem entrar no ritmo de toda a animação.
                 Na minha opinião, esta série funciona melhor na televisão. No entanto, não digo que esta aventura (com a componente adicional de ser em 3D) não vá agradar aos fãs mas o restante público é capaz de não a apreciar tanto.



14/08/2014

Os Mercenários 3 (The Expendables 3 - 2014)



                Já chegava não pessoal? Já tiveram 2 filmes, já se divertiram e fizeram o que tinham a fazer, por isso já era altura de parar não? Vamos ficar pelo terceiro? Espero bem que sim. 
                Barney volta a juntar a equipa para mais um ataque, o problema é que o alvo é um dos fundadores dos Mercenários que se pensava estar morto. 
                Houve uma alteração que não me deixou muito satisfeito. É verdade que ter várias referências aos filmes mais conhecidos dos protagonistas pode ser cansativo, mas também sem ter nenhuma parece que há algo que fica a faltar.
                Temos agora direito a mais caras “antigas” como Harrison Ford e Antonio Banderas e algumas caras novas como Ronda Rousey e Glen Powell. Este elenco mais novo serve para introduzir um tipo de ação mais tática, o que foi uma boa inovação. 
                Por outro lado, baixar a faixa etária foi um grande tiro ao lado. Ao menos nos dois filmes anteriores sabia-se claramente o que eram, homenagens aos filmes de ação dos anos 80. Agora este é um filme despido com cenas de ação que pouco trazem de novo. 
                Deixar a história nas mãos de Sylvester Stallone também pode não ter sido a melhor jogada de todas. Não há nada de novo e parece mais um filme de ação como há aos milhares por ai. A única diferença é que aqui temos um elenco com muitas estrelas de ação. E Mel Gibson como o vilão não é muito convincente, não é por ter muita lábia e dar uns tirinhos que vai ser um grande adversário. O restante grande elenco faz o que sabe fazer bem, andar de um lado para o outro a distribuir socos e chumbo. 
                Esperemos que esta saga fique por aqui que já começa a cansar.


16/11/2012

À Lei da Bala (The Big Bang - 2012)


                Antes de fazer esta crítica, por curiosidade, passei pelo Metacritc para ver a nota do filme e fiquei incrivelmente surpreso por ver que teve 25 em 100. Acho que é uma nota injusta porque, não sendo um filme extraordinário, não deixa de ser bom e que não se perde nada em vê-lo.
                Ned Cruz é um detetive privado que é contratado para investigar uma stripper desaparecida. Como não podia deixar de ser, o caso complica-se e todas as pessoas que Cruz entrevista acabam mortas.
                Antes de mais, “À Lei da Bala” é um filme que conta com muitas caras conhecidas no seu elenco, incluindo Antonio Banderas, Thomas Kretschmann, William Fichtner e Snoop Dogg. Mesmo não tendo interpretações brilhantes conseguem fazer um trabalho bom que chegue para manter quem o vê interessado.
                O trabalho de detetive é inteligente mas, em algumas situações, parece demasiado forçado. Cruz apresenta ser demasiado esperto e profundo para aquilo que de facto é. Consegue mandar uma ou outra piada mais engraçada mas, para além disso, não é nada de especial.
                A ação é como o resto do filme - mediana. Alguns efeitos não estão muito bem conseguidos e o final não vai certamente agradar a muitos pois é demasiado previsível. Um ponto positivo é todo o ambiente do filme, que é bastante interessante.
                Um filme de detetives mediano.

Nota: 3/5