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06/12/2015

A Viagem de Arlo (The Good Dinosaur - 2015)



                E se o cometa que extinguiu os dinossauros nunca tivesse atingido a Terra? Esse é o plano de fundo para esta animação, onde os grandes répteis são o foco e os humanos são deixados para um plano secundário.
Devido aos vários problemas que este filme sofreu durante a sua produção tivemos direito a dois filmes da Pixar este ano. E se este “A Viagem de Arlo” for tão bom como “Inside Out” este pode ser um ano muito bom para a animação.
Em termos técnicos temos a grande qualidade a que a produtora nos habituou. Só que isso nota-se maioritariamente nos cenários, que parecem mesmo retirados do mundo real, até os efeitos da água estão bem conseguidos. Só que em contraste com esta belíssima paisagem, o desenho dos dinossauros parece demasiado simplista, sem muita imaginação e sem grandes detalhes, claro que há umas pequenas exceções, mas não muitas.
O argumento é a parte mais desanimadora do filme. Temos aquela típica jornada na qual Arlo tenta voltar para a sua família, e durante o caminho superar os seus medos e notar aquilo que verdadeiramente importa. Não que não tenha aqueles momentos muito sentidos que estamos habituados, mas enquanto “Inside Out” também podia agradar aos mais velhos, este é mais parecido com “A Idade do Gelo”.
É uma boa animação para levar os mais pequenos com a época natalícia já aí à porta, com muita ação, comédia e momentos familiares.


22/07/2012

Lorax (The Lorax - 2012)


               Sendo dos mesmos produtores que “Gru: O Maldisposto”, era com alguma expetativa que esperava a saída de “Lorax”. Infelizmente, a espera não compensou.
               Neste filme é-nos apresentado Ted, um rapaz que vive numa cidade onde os únicos seres vivos são as pessoas que a habitam. Para ganhar o afeto de uma rapariga, Ted vai-se aventurar fora da cidade para encontrar uma árvore e trazê-la para a sua fortemente industrializada cidade. Pelo caminho vai encontrar The Once-ler, personagem aquela que abateu todas as árvores, começou com a instalação de empresas e afastou uma criatura sobrenatural que era o protetor de todas as árvores, chamada Lorax.
               Supostamente, este pequeno ser é o principal atrativo deste filme, mas sinceramente não encontrei nada de especial para que assim seja, mesmo para o público mais jovem. Um ponto interessante é o facto de o ator Danny DeVito dar a voz a esta personagem.
               A principal mensagem do filme é a da preocupação ambiental, que é transmitida através de várias cenas musicais. Pode ser que existam em maior quantidade do que o desejado, mas servem para prender a atenção dos mais pequenos.
               O desenho é sem dúvida o maior ponto forte, onde se nota claramente que é dos mesmos criadores de Gru.
               Uma animação que sendo de quem é deixa a desejar.

Nota:2/5

15/07/2012

A Idade do Gelo 4: Deriva Continental (Ice Age: Continental Drift - 2012)


               Será que era preciso um quarto filme desta saga? Geralmente, quando se chega a uma quarta história no mundo do cinema, a essência da saga já passou há muito, sendo que as personagens são usadas apenas para atrair fãs.
               Nesta quarta entrega temos como tema de fundo a separação dos continentes, em que, de um lado, vai estar o trio que todos conhecemos mais a avô de Sid e do outro temos a mulher e filha de Manny. O objetivo de todo o filme é a tentativa de reunião desta família.
               O vilão deste filme é o macaco Capitão Tripas e a sua tripulação, que navegam pelo mar num icebergue em forma de barco, e que têm bastante semelhanças com os heróis em termos de personalidade, mas do lado do mal.
               Como todos os filmes deste género, têm de transmitir uma mensagem educativa, e neste sentido apresenta Pêssegos, a filha de Manny, que está naquela fase da adolescência em que renega a sua identidade para fazer parte de um grupo.
               O grande problema deste filme é simples: simplesmente não tem piada. É que, à exceção de  uma ou duas saídas, não revela mais nada que se aproveite. Os únicos pontos minimamente engraçados são protagonizados pelo habitual esquilo e a procura pela sua bolota.
               Esta saga já revela um claro cansaço e falta de inovação. É bastante provável que tenha bons resultados nas bilheteiras, o que trará uma nova história à grande tela mas, se não se reinventar e inovar, então continuaremos com filmes sem piada nenhuma.
               Um filme que tem como atrativo a sua imagem. De resto este é um filme só para fãs e para os mais pequenos.

Nota:1,5/5