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09/06/2015

Spy (2015)



                A minha vontade de voltar a ver Melissa McCarthy a cair em todo o lado não me parecia muito atraente, a mesma comédia física chega a um ponto que já cansa. Por outro lado, temos Paul Feig (“Melhor Despedida de Solteira” e “Armadas e Perigosas”) como realizador e argumentista, e um elenco que conta com Jude Law e Jason Statham, por isso a coisa até podia ser engraçada.
                Uma agente da CIA, mais habituada a estar à secretária, é obrigada a ir para o terreno, quando a identidade de todos os agentes de campo é comprometida, para recuperar uma bomba nuclear.
                Este é um filme extremamente divertido, mas mesmo divertido. Então se o compararmos com “Perseguição Escaldante” (outro filme do mesmo género), então “SPY” ainda fica melhor, já que o primeiro nem uma gargalhada conseguiu arrancar, enquanto este era quase sempre.
                Felizmente, a minha preocupação em relação a McCarthy não foi justificada, porque embora haja alguma comédia física e ela caia algumas vezes, a maior parte da comédia vem dos diálogos e interações com outras personagens. Nomeadamente Statham, que foi uma surpresa em termos cómicos e que parecia estar a interpretar-se a ele próprio, e a gozar com tudo o que faz nos filmes de ação. Miranda Hart também foi uma agradável surpresa, conseguindo arrancar uns bons momentos.
                A história não é nada de especial, mas consegue ser divertida e interessante que chegue para o filme funcionar. E para uma comédia foi diferente ver tantas doses de ação, o que funcionou para o filme, e mais deviam seguir o seu exemplo.
                Um filme extremamente divertido, que merece a ida ao cinema.


05/12/2013

Homefront – A Última Defesa (Homefront - 2013)



                Depois do mais dramático “Redenção” é bom ver Jason Statham de novo no tipo de papéis nos quais o ator é bom. Com um argumento escrito por Sylvester Stallone já podem prever o que ai vem. 
                Phil Broker é um agente do combate contra o tráfico de drogas, que depois de um perigoso trabalho decide ir para uma casa no meio de nenhures com a sua filha. Porém, mesmo neste fim do mundo o submundo da droga existe, e quando descobrem quem Broker é o seu descanso vaia acabar. 
                Aqui temos um filme de ação a que estamos habituados. Statham descarrega grandes doses de porrada a todos aqueles que se metem no seu caminho. Dificilmente o ator deixa alguma hipótese para os outros atacarem, dá para contar pelos dedos os murros que ele recebeu. E aqui temos o nosso herói dos filmes de ação, que consegue entregar a sua boa prestação habitual. 
                James Franco é que parece algo deslocado como o vilão do filme. Parece que está num papel que não é bem para ele. Já que comparado com o protagonista parece um miudinho. Franco não tem o perfil para fazer um vilão deste tipo, parece demasiado bonzinho e ninguém o leva a sério. Já a pequena Izabela Vidovic consegue fazer um bom trabalho. 
                Há algumas cenas em que os efeitos especiais deixam muito a desejar, parecem que foram saídos de um jogo. Mas, as cenas de ação mais físicas e menos espalhafatosas estão bem conseguidas. O argumento não é nada de especial e é aquilo a que já estamos habituados, tem alguns erros mas mesmo assim consegue entreter. 
                Um bom filme de ação a que Jason Statham já nos habituou.


04/07/2013

Redenção (Hummingbird - 2013)




                Já todos entendemos que Jason Statham quer provar que não é apenas um ator de ação. Tal já se começou a notar em “Parker” e agora ainda mais em “Redenção mas, sinceramente, este não foi o filme adequado para Statham tentar essa nova faceta. “Redenção” é igualmente o primeiro trabalho de Steven Knight na cadeira de realizador.
                Um ex-agente das forças especiais, sem abrigo, vê a oportunidade de mudar a sua vida ao participar no submundo do crime londrino, quando consegue roubar uma identidade. O filme assim se vai desenrolando, enquanto que a personagem tenta também redimir os seus crimes de guerra. 
                Agora a minha opinião. Tenho um ligeiro problema com o filme. A “redenção” em si aparece só no fim e não foi nada de por aí além. Também não temos uma clara definição sobre o género do filme. Não é um drama nem bem um thriller e, claramente, não é de ação. Os vários momentos de silêncio que servem para criar mais tensão são apenas desconfortáveis e as cenas de ação são demasiado escassas para ser um filme de ação. Mas, ao menos, esses trechos do filme estão muito bem feitos. 
                Acho bem que Statham queira experimentar outros tipos de filmes para não ter o rótulo de “ator de ação”. Mas ainda não foi desta que o conseguiu. Ele tem aquela cara e expressão de quem vai encher alguém de porrada e é isso que deve continuar a fazer. Agata Buzek é, sem dúvida, uma das piores freiras da história do cinema e o desempenho da atriz deixa a desejar. 
                Com uma fotografia a apostar em tons mais escuros e com um argumento algo confuso e inconsistente, o veredito final é que a primeira tentativa de Steven Knight podia ter sido um pouco melhor. 
                Jason Statham, os filmes de ação precisam de ti.


31/01/2013

Parker (2013)


                “Parker” parece mais um filme de ação genérico com a participação de Jason Statham certo? E têm toda a razão! É verdade que os níveis de ação não são tão elevados como “Safe”, este é bem mais calmo e tenta fazer com que haja uma maior profundida, com a ajuda de Jennifer Lopez, mas simplesmente não fica muito bem.
                Parker é um ladrão com um rigoroso código de honra, que no último assalto é traído pelos seus colegas de equipa, que o deixam á beira da morte. Parker vai tentar ao longo de todo o filme obter a sua vingança, e se ganhar uns “trocos” pelo caminho não faz mal nenhum.
                Como é possível ver, não é pela história que este filme vai inovar. Já foi vista mil e uma vezes e já perdeu a sua graça. É verdade que tem algumas piadas pelo meio, e muitas delas até têm a sua graça, e por isso, cumprem bem o seu objetivo. Mas, e a parte dramático? Infelizmente é aqui que o filme começa a vacilar, e muito por culpa de Jennifer Lopez, a sua personagem simplesmente não é interessante e não combina com o tom do filme.
                Statham faz um bom trabalho, como sempre, neste tipo de filmes. Já estamos habituados a ver o ator a dar uns tiros e uns socos e a mandar aquele tipo de comentários clichés.
                É um filme de ação como muitos que andam por ai sem muito conteúdo extra.

Nota: 2/5

17/05/2012

Safe (2012)


               “Safe” é mais um filme de ação que conta com a participação de Jason Statham. Mas será este igual a muitos outros que o ator já protagonizou ou tem algo que o distingue?
               Na essência é o mesmo, mas muito bem apresentado. Luke, interpretado por Jason Statham, é um ex-polícia que decidiu largar este ramo devido à imensa corrupção do meio. É assim obrigado a lutar para sobreviver e, quando uma dessas lutas corre mal, Luke perde a mulher e a máfia russa fica atrás dele. E, quando já não encontra motivos para viver, encontra Mei, uma pequena rapariga chinesa que foi trazida do seu país de origem para trabalhar para a Yakuza. Tudo isto porque possui uma enorme capacidade para os números. É para salvar este prodígio matemático que Luke se vai envolver em confrontos tanto com os russos e chineses como com a própria polícia de Nova Iorque.
               Vamos começar pelos pontos negativos. O filme não foge aos claros clichés da ação, como a revelação do “vulgar” ex-polícia que afinal era uma máquina assassina, o que serve como “desculpa” para o facto de ele acertar sempre nos alvos e os inimigos não. Temos igualmente um arranque um pouco lento da ação. Tal serve para melhor introduzir as personagens, fica a vosso critério que isso é bom ou mau.
               Agora um lado mais positivo. A ação pode demorar a arrancar, mas quando começa é brutal e impiedosa, havendo pouco tempo para respirar durante grande parte do filme. Statham consegue desempenhar bem o seu papel, o que também não é de admirar pela quantidade de vezes que já o fez.
               É um bom filme de ação que não dececiona.

Nota:3,5/5         

12/03/2012

Killer Elite (2011)


               Ultimamente os filmes protagonizados por Jason Statham tem deixado bastante a desejar, no entanto aqui conta com a ajuda de dois grandes nomes, Robert De Niro e Clive Owen. Mas será que isso eleva “Killer Elite” para um patamar superior?
               Infelizmente não. Trata-se de mais um filme de ação, com a história suficiente para por toda a gente aos tiros. Statham é um assassino contratado que decidiu reformar-se, porém quando o seu mentor Hunter (De Niro) é feito refém, chama o seu amigo para o ajudar. O objetivo é simples, matar três soldados britânicos reformados. Spike (Owen) foi o agente escolhido para impedir esta matança.
               Mais uma vez, é aqui que começa o roteiro a que já se está habituado - perseguições, rachadas de tiros e lutas corpo a corpo. Talvez isso seja esse o objetivo deste filme, ser um filme de ação puro, mas desapontou um pouco as expectativas. O facto de tudo isto se desenrolar nos inícios dos anos 80 pode servir como explicação para o tom um pouco mais sombrio do filme.
               Mesmo as prestações não são nada de interessantes:  Statham e Owen já estão habituados a este tipo de filmes, por isso não é grande desafio. E De Niro está apenas para dar nome ao filme, pois a sua participação é praticamente irrelevante. 
               Um simples filme de ação que só merece ser visto por aqueles que não mais nada de interessante para fazer na agenda.

Nota:1,5/5