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20/04/2020

Trolls - Tour Mundial (Trolls World Tour - 2020)

Não gostei muito do primeiro Trolls que, tirando uma música ou outra, não achei nada de especial. Mas este “Trolls - Tour Mundial” é um caso particular pois a sua grande estreia saltou as salas de cinema e foi lançada diretamente para os videoclubes. E, tendo em conta a situação de pandemia em que vivemos, uma animação para os mais novos vem a calhar. 
Poppy e Branch descobrem que vivem num mundo muito maior do que pensavam, onde existem várias tribos de trolls, cada uma com o seu estilo musical. Mas este mundo está em perigo quando a tribo do rock decide conquistar todas as outras.  
Sinceramente, gostei ainda menos deste do que do primeiro. As músicas não fizeram click e, mesmo com os outros estilos de música, como country e clássica, não serviu para trazer uma maior variedade. O maior problema foi que, no geral, temos apenas o pop, que é o estilo da tribo dos protagonistas, a misturar-se com os outros estilos, fazendo com que eles percam a sua identidade.
A história também não puxa e depois, além dos clichés do género, chega mesmo a contradizer-se. Mas, em termos visuais, é algo apelativo. Parece tudo feito de algodão e “fofura”. E só isso pode chegar para muita gente.
Não gostei desta nova animação da Dreamworks mas é capaz de agradar a quem gostou do primeiro.

15/08/2012

O Caçador de Trolls (Trolljegeren - 2011)


                “O Caçador de Trolls” pertence àquela categoria de filmes que quer transmitir a aparência de ser real. E como o faz? Através do método popularizado por “Atividade Paranormal”, isto é, a visualização através da primeira pessoa, em que, geralmente, os protagonistas não sobrevivem.
                Aqui, um trio de estudantes está a investigar estranhos acontecimentos que andam a ocorrer por toda a Noruega. E é dessa maneira que encontram Hans, um descontente empregado de uma secção secreta do governo, cuja profissão é, acreditem ou não, matar trolls. Estes seres adquirem uma importância considerável na mitologia desse país, por isso, os seus naturais irão gostar mais do filme.
                Após sabermos a estranha profissão de Hans, são apresentados estes seres que, ao contrário da maioria de criaturas sobrenaturais no mundo cinematográfico, conseguem transmitir credibilidade. Sendo uns monstros de vários metros, temos total perceção do seu peso, no seu passo lento e na maneira como se movimentam. Além disso, a maneira como estão caracterizados está muito bem conseguida. O facto de haver quatro raças diferentes permite haver uma maior diversidade.
                Hans é a personagem que consegue, sem dúvida, o melhor desempenho. Os três estudantes, embora necessários para o seguimento da narrativa, são rapidamente deixados para segundo plano. De tal forma que, várias vezes estamos a torcer pelos trolls - que supostamente não existem – em vezes de ser pelos seres humanos que os caçam.
                O filme está devidamente estruturado. Quando estes seres não estão no ecrã, estamos a receber informação sobre eles, o que permite criar uma maior ligação.
                Um filme interessante que vale a pena descobrir.

Nota:3,5/5