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22/05/2019

Pokemon - Detetive Pikachu (Pokémon Detective Pikachu - 2019)


            Vou já dizer que, quando soube da produção deste filme, não gostei. Basicamente, por pegarem num spin-off da série principal em vez de se focarem nas suas origens. Só que, quando saiu o primeiro trailer, ao ver a incrível implementação dos pokemons com o mundo natural é que me convenci. Além disso, Ryan Reynolds a dar a voz ao pequeno roedor amarelo também ajudou muito.
            Num mundo onde pessoas apanham pokemons para os batalharem, Tim vai ter de se juntar a um Pikachu, com aspirações a detetive, para encontrar o seu pai.
O mundo criado é incrivelmente credível, onde acreditamos que, de facto, existe uma coexistência com estes pokemons. Já o filme em si possui uma história muito básica e sem nada que surpreenda muito mas também é algo que entendo. Não posso esperar que o mesmo tipo de história que me cativou em miúdo tenha o mesmo “poder” ao vê-la agora.
O duo de Justice Smith e do seu Pikachu é que traz muito carisma ao filme. É através deles que somos apresentados a este mundo; possuem uma boa química nas suas interações, tanto nos momentos mais cómicos como naqueles mais dramáticos. A personagem de Kathryn Newton foi a parte mais “estranha” de tudo, pois parecia saída diretamente da série da TV para o filme em vez de ter sofrido a uma “conversão”. Adicionalmente, é sempre bom ver Bill Nighy no grande ecrã.
Temos um filme que é uma grande mistura de boas cenas cómicas, algumas verdadeiramente hilariantes, e cenas de ação, fazendo com que o filme esteja sempre num bom andamento.
Agora que o mundo foi criado, apresentado e bem recebido, fico ansioso pelas possibilidades futuras deste franchise nos grandes ecrãs.


25/05/2018

Deadpool 2 (2018)


            Ninguém estava à espera do incrível sucesso que o primeiro “Deadpool” teve, foi muito bem recebido criticamente e quebrou uma data de recordes nas bilheteiras. Naturalmente, a sequela tinha de aparecer, agora com mais dinheiro na produção “Deadpool 2” tenta ser maior e melhor que o seu antecessor.
            O nosso favorito mutante fala-barato vê-se obrigado a formar uma equipa de mutantes, para assim proteger um jovem mutante de um ciborgue do futuro, Cable.
            Estou algo conflituoso com “Deadpool 2”. Não entre ser mau ou bom, porque por mim este filme é incrível. O maior problema é em comparação com o primeiro. A injeção de dinheiro que teve permitiu criar cenas de ação mais elaboradas, só que para mim as cenas do primeiro eram mais contidas e funcionavam melhor. Mas bem, pode ser que no fim deste texto tenha chegado a uma decisão.
            A comédia continua genial. Referências a tudo e mais alguma coisa, desde filmes, músicas e personalidades. Uma diferença é que enquanto no primeiro havia várias piadas ao género de super-herois no geral, aqui são tiradas mais específicas, como o último Vingadores e “Batman v Super-Homem”, que agora têm muita piada, mas vamos ver daqui a 10/15 anos. Mas, sem dúvida alguma que não faltam grandes tiradas ao filme.
            As cenas de ação aumentaram em grande escala e com uma grande execução. O realizador David Leitch fez parte da dupla que fez “John Wick”, por isso, cenas de ação é com ele. E aqui demonstra isso, numa mistura de ação, comédia e slow-motion muito bem retratada, mostrando todas as habilidades dos mutantes envolvidos.
Ryan Reynolds volta a trazer-nos esta personagem da mesma maneira hilariante e meta que no filme anterior, e ainda bem que aqui é onde não devem mexer. Josh Brolin no papel de Cable também foi uma boa estreia para a personagem, não sei se está fidedigna com o material de origem, mas daquilo que vi achei interessante. Zazie Beetz como Domino e o seu poder de sorte, sim é isso mesmo que leram, permite criar grandes situações, e espero que a atriz volte a aparecer em futuras sequelas ou spin-offs. Mas, tirando o protagonista, a minha personagem favorita foi Colosso, que serve como um melhor amigo para Deadpool, a tentar sempre que ele use os seus poderes para o bem.
A história tem um tom mais dramático, e espalha-se um pouco pelo meio, mas mesmo assim consegue ser uma boa aventura.
Tudo aumentou de escala em “Deadpool 2” e se em algumas coisas isso o favoreceu, em outras nem por isso.



27/08/2017

O Guarda-Costas e o Assassino (The Hitman's Bodyguard - 2017)



            Um filme de ação e comédia com Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson?! Vamos logo ver! Pelo trailer, parece exatamente aquilo que se quer para acabar bem o verão: grandes cenas de ação (talvez não muito realistas) com dois grandes protagonistas a distribuir comédia a todo o momento.
Um dos melhores guarda-costas do mundo tem de transportar em segurança um assassino até ao Tribunal de Justiça Internacional, onde vai testemunhar contra um ditador.           
O filme é tudo aquilo que os trailers prometem, por isso se gostaram deles provavelmente gostarão daquilo que podem ver na sala de cinema. O melhor é, sem dúvida, a química entre os dois atores principais, com Jackson sempre a disparar balas e piadas com a mesma pontaria certeira, e Reynolds como o elemento mais sério a servir de um bom contrabalanço.
A história é simples e tem umas pitadas de romance que até calham bem, na forma Elodie Yung e Salma Hayek. O vilão de Gary Oldman parece saído dos filmes de ação dos anos 90 mas funciona bem para a narrativa apresentada. E também temos o nosso Joaquim de Almeida envolvido.
Se quisermos algum termo de comparação, pode-se pensar no estilo de “Deadpool”, talvez com Ryan Reynolds, mas com menos violência e sem super-poderes (tirando, claro, o geral super-poder de todos os protagonistas deste género de filmes).
“O Guarda-Costas e o Assassino” é um filme simples, divertido e com muita ação. Uma boa maneira de começar a dar as despedidas ao verão.


23/04/2016

Criminoso (Criminal - 2016)



                Kevin Costner parece que quer seguir o mesmo caminho de Liam Neeson e tornar-se um protagonista em filmes de ação já na terceira idade. Só que as suas tentativas até agora não têm sido propriamente bem-sucedidas. Será que vai ser este “Criminoso” a fazer a diferença? 
                Para impedir que um hacker, que controla todo o armamento dos Estados Unidos, caia nas mãos erradas, as memórias de um agente da CIA, que foi morto recentemente, são transferidas para um condenado ao corredor da morte na esperança de o encontrarem. 
                “Criminoso” podia ser dois filmes. Um filme de ação genérico, com muitos tiros e explosões à mistura, ou um interessante thriller sobre a sobreposição de memórias e como isso pode afetar uma pessoa. Em vez disso temos algo que tenta ser os dois, e não consegue ser empolgante em nenhum dos géneros. As cenas de ação não são satisfatórias suficientes e a parte das memórias é passada demasiado ao de leve e tudo se resolve demasiado bem. 
                Costner também não parece muito interessado em fazer um bom desempenho, e provavelmente o ator é agora melhor utilizado para papéis secundários. Gal Gadot parece dar um ar da sua graça por uma data de filme, e este é só mais um. Jordi Mollà é um vilão razoavelmente psicopata e Gary Oldman consegue ser sempre intenso. 
                “Criminoso” é um daqueles filmes que somos capaz de ver se estiver a passar na televisão ao domingo à tarde.