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04/04/2020

O Homem Invisível (The Invisible Man - 2020)

          O horror este ano não tem corrido da melhor maneira. “The Grudge: Maldição” foi razoável mas depois “Calafrio”, “A Ilha da Fantasia” e “The Boy – A Maldição de Brahms” foram um grande tiro no pé, com vários graus de gravidade. Mas Leigh Whannell veio-nos dar uma ajuda, ao trazer um dos melhores filmes deste início de ano.
Depois do abusivo ex-namorado de Cecília morrer e lhe deixar toda a fortuna, ela começa a suspeitar que tudo não passou de uma encenação. Principalmente quando começam a acontecer uma série de acidentes que se provam letais.   
Uma das melhores coisas do filme foi a forma como retratou o trauma pelo qual a protagonista passou, mesmo quando o motivo do seu trauma já não é, aparentemente, um problema. Com receio de tudo e de todos - e só muito lentamente - é que consegue voltar a um sentido de normalidade. Mas, depois também serve como motivo para ninguém acreditar nela quando acha que está a ser perseguida pelo seu, supostamente, falecido ex-namorado.
Este filme é muito semelhante a “Atividade Paranormal” no sentido em que, muitas vezes, estamos à espera que aconteça algo do nada. Afinal de contas, estamos a falar de uma entidade invisível que atormenta a protagonista. Só que, aqui, todo o suspense é tratado de forma muito mais eficaz. Pois, de facto, coisas acontecem e têm bem mais impacto. 
E muito dessa emoção deve-se ao incrível trabalho de interpretação de Elisabeth Moss, que nos consegue transportar mesmo para a perspetiva de uma vítima de abusos, que depois tem que se erguer para conseguir sair desta situação. 
Aqui temos mais uma prova que é possível fazer um grande filme de terror sem ter de gastar rios de dinheiro e que tem uns efeitos muito bem conseguidos.

16/08/2015

Insidious – Capítulo 3 (Insidious: Chapter 3 - 2015)



                Saiu mais um Insidious… Era preciso? Não, mas aqui ele está, e desta vez já não é James Wan a realizar mas sim o estreante Leigh Whannell. Será que vamos ter aqui mais um caso de uma saga de terror que se prolonga por demasiado tempo?
                Nesta prequela dos filmes anteriores vamos ver a talentosa psíquica Elise Rainier a aceitar, relutantemente, a ajudar a jovem Quinn, que está a ser perseguida por uma entidade sobrenatural.
                A relação com os outros dois filmes não é muita, temos umas personagens que se repetem e são referenciados alguns demónios/fantasmas dos outros filmes, e fica por aí. O filme tenta provar a sua existência ao mostrar um pouco do passado de Elise Rainier e de como ela se juntou com o outro par, que aparece nos restantes filmes.
                Se o filme fosse separado deste título provavelmente teria corrido melhor, porque a nova família assombrada, a família Brenner, até tem um bons momentos. Os seus elementos não são muito explorados, mas existem bons sustos, embora sejam algo previsíveis.
                Stefanie Scott é uma boa protagonista, parecendo de facto assustada com o que esta a acontecer, já Dermot Mulroney não parece muito interessado no filme em que está.
                Vamos só esperar que este seja o capítulo final, porque já está a começar a cansar.