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10/08/2019

Velocidade Furiosa - Hobbs & Shaw (Fast & Furious Presents: Hobbs & Shaw - 2019)

Embora o terceiro capítulo já o seja na sua essência, parece que temos o primeiro spin-off desta saga com Dwayne “The Rock” Johnson e Jason Statham como protagonistas. Logo nos trailers viu-se o estilo que iríamos ter aqui, ação elevada ao extremo, muita adrenalina e algumas doses de comédia.
            Quando um vilão, melhorado ciberneticamente, ameaça o mundo, o duo improvável de Luke Hobbs e Deckard Shaw têm de se juntar para o parar.
            Se ainda alguém estava à espera que este franchise fosse sobre carros, não esteve muito atento aos filmes anteriores. Basicamente, as leis da física não existem e, se por acaso, um dos elementos cair de um prédio logo se levantar como se nada fosse, não fiquem admirados. Se tiverem isso em mente, e não se importarem com uma história um pouco amealhada em cima do joelho, então vão se divertir muito. Pelo menos foi isso que me aconteceu.
             Se gostaram da troca de insultos entre os dois protagonistas no filme anterior, então aqui está a triplicar. E, embora seja engraçado no início, passado um pouco já chegava a ser cansativo, mesmo com algumas piadas muito bem feitas. Ao menos o novo elemento, representado por Vanessa Kirby, conseguiu equilibrar a mistura explosiva de personalidades. 
              Idris Elba é um vilão intimidador, mas no final, está só lá para dar uns socos, uns tiros, umas boas piadas e usar uma mota toda high tech. Mas, ao menos, serviu para introduzir uma sociedade secreta que pode ser explorada em futuros filmes.
              Dwayne Johnson e Jason Statham conseguem trazer tudo aquilo que estamos à espera num blockbuster de verão, vindo da saga “Velocidade Furiosa”. Além de que tem uns cameos muito engraçados e algumas cenas pós-créditos.

16/04/2017

Velocidade Furiosa 8 (The Fate of the Furious - 2017)



                Temos mais um Velocidade Furiosa, sendo o primeiro filme desde a morte de Paul Walker. Sem grandes surpresas, a saga de Dom e a sua família continua. Com o decorrer dos filmes, a escala de ação tem aumentado cada vez mais e isso tem resultado, pelo menos, em termos de bilheteiras, já que tem aumentado consideravelmente os lucros. Será que se conseguem ultrapassar tais marcos mais uma vez? 
                Quando Cipher, uma ciber-terrorista, seduz Dom para uma vida de crime, à qual ele parece não conseguir escapar, surge um conflito com todos aqueles que lhe são próximos. 
                Uma coisa é certa. O filme, tal como os outros, é muito divertido. Aqui, o realismo e as leis da física não existem e é, por isso mesmo, que se consegue passar um bom momento no cinema. É que, ao contrário de outras sagas (como em “Transformers”), todo o realismo é aceite pois já temos uma ligação com as personagens e já não nos admiramos com as suas proezas. E, como foi mostrado no trailer, desta vez temos um submarino para derrotar! O que vai ser a seguir? O espaço? É esperar e aguardar. Mas, ao menos, aqui temos mais corridas e ação com carros, algo que estava com tendência a diminuir. 
                Pelo que vemos, tudo certo que parece que Dom está contra a família. Mas este também não é o primeiro filme que vemos, por isso, facilmente se consegue descobrir que, no fim, tudo volta ao lugar devido. No entanto, o conflito e tensão foram bem criados e, quando vemos Dom contra, basicamente, toda a gente, vemos cenas de ação muito bem conseguidas.
O gang habitual está de volta, com o agora recorrente Dwayne Johnson e com o vilão do filme anterior, Jason Statham. É, aliás, entre estes dois que temos muita da comédia de todo o filme. Os restantes elementos pouco acrescentam às suas personagens - também não era preciso muito, basta que se os seus papeis se mantivessem constantes. Em termos de novas entradas, temos a nova vilã, interpretada por Charlize Theronm que, de facto, é uma boa adição sendo uma presença intimidante; só é pena nunca entrar dentro de um carro. Temos, também, Scott Eastwood, no entanto aqui o ator não se enquadra muito bem com a sua personagem. E como não falar de Vin Diesel? O homem é imparável, não há ninguém que lhe consiga fazer frente. Se toda a equipa dos Vingadores da Marvel o enfrentasse, eu ficava preocupado com eles, já que parece que nada consegue pará-lo.
          Claro que o filme não é uma obra-prima do cinema, nem o tenta ser, pois apresenta falhas (e não são poucas). Mas, dentro do seu estilo, consegue ser divertido e, se gostaram dos anteriores, é praticamente certo que também irão gostar deste.


09/09/2015

Transporter – Potência Máxima (The Transporter Refueled - 2015)




                E parece que, para não destoar das tendências, vamos ter mais um reboot, desta vez com a saga de adrenalina “Transporter”. Só que agora já não temos Jason Statham mas sim Ed Skrein, com Camille Delamarre a realizar. Infelizmente, as coisas não correram da melhor maneira.
                No sul de França, Frank Martin, um ex-mercenário de operações especiais, leva uma vida a transportar pacotes confidenciais para todo o tipo de pessoas. Mas, quando o seu pai é raptado por um grupo de mulheres, Frank vai ter de abandonar todas as suas regras para sair desta situação.
                Temos perseguições? Sim. Temos combate corpo-a-corpo? Sim. Skrein consegue ser um bom substituto de Statham? Sim, na maior parte das vezes... Então este novo “Transporter – Potência Máxima” é um sucesso? Não!!
                O filme deixou muito a desejar. Está rodeado de erros e de coisas que não fazem o mais pequeno sentido. Personagens feridas com gravidade estão perfeitamente bem no instante seguinte, história que tenta ser demasiado complicada para o seu próprio bem e lutas que podiam ter sido mais satisfatórias (principalmente a última).
                Os melhores momentos do filme são as conversas entre pai e filho de Ed Skrein e Ray Stevenson (e não deviam ser!) e os atores até fazem uma boa interpretação. Os vilões não tem piada nenhuma e quase que não aparentam um desafio real.
                “Transporter – Potência Máxima” é um filme de ação que se pode ver quando quisermos desligar o cérebro e não pensar demasiado no que está a acontecer.