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20/04/2020

Trolls - Tour Mundial (Trolls World Tour - 2020)

Não gostei muito do primeiro Trolls que, tirando uma música ou outra, não achei nada de especial. Mas este “Trolls - Tour Mundial” é um caso particular pois a sua grande estreia saltou as salas de cinema e foi lançada diretamente para os videoclubes. E, tendo em conta a situação de pandemia em que vivemos, uma animação para os mais novos vem a calhar. 
Poppy e Branch descobrem que vivem num mundo muito maior do que pensavam, onde existem várias tribos de trolls, cada uma com o seu estilo musical. Mas este mundo está em perigo quando a tribo do rock decide conquistar todas as outras.  
Sinceramente, gostei ainda menos deste do que do primeiro. As músicas não fizeram click e, mesmo com os outros estilos de música, como country e clássica, não serviu para trazer uma maior variedade. O maior problema foi que, no geral, temos apenas o pop, que é o estilo da tribo dos protagonistas, a misturar-se com os outros estilos, fazendo com que eles percam a sua identidade.
A história também não puxa e depois, além dos clichés do género, chega mesmo a contradizer-se. Mas, em termos visuais, é algo apelativo. Parece tudo feito de algodão e “fofura”. E só isso pode chegar para muita gente.
Não gostei desta nova animação da Dreamworks mas é capaz de agradar a quem gostou do primeiro.

21/05/2015

Um Ritmo Perfeito 2 (Pitch Perfect 2 - 2015)



                Agora com Elizabeth Banks na cadeira de realizadora, (na sua estreia numa longa-metragem) as coisas parecem estar a correr bem para a sequela do filme de 2012. Logo no fim de semana de estreia já fez mais dinheiro que o primeiro filme e conseguiu superar “Mad Max – Estrada da Fúria”, por isso, alguma coisa deve estar a fazer certo. 
                As Bellas estavam à grande até uma humilhante interpretação, o que as tornou em praticamente em vergonhas nacionais. Para o grupo poder continuar a existir vão ter de fazer algo que nenhuma equipa dos EUA conseguiu até agora: ganhar o campeonato mundial de acapela. 
                Em termos de organização do enredo este “Um Ritmo Perfeito 2” é em tudo praticamente semelhante ao primeiro filme, só que numa escala maior. Por isso, quem não gostou do primeiro, muito provavelmente não vai gostar deste. 
                A comédia continua em grande, e desta vez ainda melhor, e muita dela é entregue pelas curtas aparições da dupla de apresentadores John e Gail. Mas não só eles os dois, praticamente toda a gente têm direito a uma piada ou outro, e na maior parte das vezes são bastante engraçadas.
               O elenco sofreu umas modificações com a entrada de várias caras novas, como por exemplo Hailee Steinfeld, mas as caras mais conhecidas continuam, principalmente Anna Kendrick e Rebel Wilson. E toda a gente consegue uma interpretação competente e interessante.
               As cenas musicais estão muito bem executadas, com músicas conhecidas e bem interpretadas e coreografias que não são nada de deitar fora.
              Uma grande sequela que vale a pena ir ver.

27/03/2015

As Vozes (The Voices - 2015)



                “As Vozes” consegue ser aquele tipo de filme que me dá bastante vontade de ver. Um maluquinho que houve vozes e que começa a matar pessoas, tudo rodeado com um tom cómico.
                Jerry é um homem simpático que trabalha para uma empresa de banheiras, e tem uma paixoneta por uma colega de escritório. O contra é que Jerry ouve as vozes dos seus animais de estimação, que o levam a tornar um homicida.
                O melhor do filme é sem dúvida o seu humor negro, que está presente nos diálogos entre o protagonista e o seu cão e gato. E enquanto Bosco (o cão) tenta ajudar o seu dono, Mr. Whiskers (o gato) faz de tudo para levar o seu dono para o lado negro da força, são sempre os felinos que nos levam para o mau caminho.
                Claro que todas as vozes que Jerry ouve são apenas manifestações dele próprio, e é o seu modo de escapar à realidade e de se afastar da sua perturbada infância. E Ryan Reynolds consegue dar muita vida a esta personagem, dando mesmo a sensação que podia ter feito ainda mais se o argumento tivesse deixado. Sendo aqui que está a maior falha do filme, já que em termos de história não consegue trazer nada de novo. Por outro lado, eu nem me importo muito com isso caso o filme valha a pena.
                O elenco secundário, maioritariamente feminino, faz um trabalho competente.
                Uma boa mistura de humor comédia com violência faz com que “As Vozes” seja um filme interessante.


03/01/2015

Caminhos da Floresta (Into the Woods - 2015)



                Esta adaptação de um musical da Broadway, com o seu grande e talentoso elenco e com um aspeto que chamava a atenção, parecia ser uma boa maneira de começar o ano. E já com três nomeações para os Globos de Ouro, uma delas para melhor filme Comédia/Musical, tudo ia pelo melhor.
                Aqui vemos a mistura de vários contos de infância, como o Capuchinho Vermelho e Cinderela e a forma como todos estão ligados por uma bruxa, um padeiro e a sua mulher.
                Vamos para começar pelo pior do filme: o Lobo de Johnny Depp. Embora a sua participação seja reduzida, deixa muito a desejar, basicamente pela sua cantoria com demasiadas insinuações sexuais.
                De resto, o filme, mesmo sendo bom, não consegue deslumbrar. Os momentos musicais estão muito desequilibrados. Alguns conseguem ser bons, outros demasiado parados e outros simplesmente ridículos. Não tenho nenhum ódio ou desagrado por musicais, é um género que até não desgosto de todo, mas este não me caiu muito bem.
                Em termos de interpretações, as coisas também ficaram-se pelo mediano. Merly Streep é Merly Streep e consegue fazer um bom desempenho mas o resto não consegue sobressair. Com Emily Blunt ainda consigo simpatizar mas acaba por aí, com principal desagrado para Anna Kendrick.
                “Caminhos da Floresta” é um musical desequilibrado em todos os aspectos, com nenhuma das nomeações nos Globos de Ouro a não serem, de todo, merecidas.


05/12/2012

Um Ritmo Perfeito (Pitch Perfect - 2012)



                “Um Ritmo Perfeito” é antes de mais um filme extremamente divertido. Pega numa temática que não é muito comum em filmes musicais: músicas a capella. Mas será que o realizador estreante Jason Moore teve sucesso?
                Começando pelo enredo, Beca é uma caloira na universidade de Barden mas a vontade de lá estar não é muita, preferindo antes fazer misturas de músicas para assim arranjar um trabalho como DJ. Contudo, após fazer um acordo com pai - no qual promete entrar numa actividade - Beca entra no grupo feminino de música a capella, as Bellas.
                O enredo não é propriamente original. Consiste num grupo de renegados que se junta e caminha em direçãoao estrelato. A maneira como as personagens interagem é que é o grande interesse do filme, com principal destaque para Rebel Wilson, no papel de Fat Amy, que consegue ser o elemento mais cómico de todo o filme. Os comentários dos apresentadores também são hilariantes e vão agradar de certeza.
                Em termos musicais, o filme também não desaponta, com uma boa interpretação de músicas de artistas atuais tais como Rihanna e Bruno Mars, tanto na coreografia como na cantoria em si.
                O que mais me desapontou no filme foi a interpretação de Anna Kendrick, que não parece muito à vontade no papel que interpreta.
                Quem gosta deste tipo de filmes de certeza que não vai ficar desiludido com este.

Nota: 3,5/5